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13 novembro, 2014

Colégio Estadual Presidente Castelo Branco- Alan e Layla

Colégio Estadual Presidente Castelo Branco

Professor Supervisor: Ademir Vito                                                                 
Turma: 1° A
Bolsistas: Alan Júnior dos Santos e Layla Zoghbi

Data da realização da atividade: 28/08/2014
Atividade realizada: Continuando com os trabalhos realizados no PIBID, levamos à sala de aula um tema que normalmente passa despercebido cotidianamente e é muito frequente, inclusive na escola; a meritocracia. Para isto, introduzimos em classe uma pequena coluna da revista VEJA assinada por Rodrigo Constantino, onde este parabeniza uma aluna de 13 anos por “denunciar” a sua escola por esta ser contra a meritocracia. Entregamos uma cópia da reportagem para cada aluno, e pedimos para eles mesmos lerem, revezando-se em parágrafos. Após a introdução da notícia, procuramos observar se eles absorveram bem a informação. Após esta constatação, fomos para a segunda parte do trabalho onde apresentamos um contra-argumento à meritocracia. Para este fim, trabalhamos o conceito de “Capital cultural” em Pierre Bourdieu. Inicialmente passamos um vídeo (link disponível nas fontes) sobre como o capital cultural é assimilado pela escola, e que tipo de “Capital” a escola valoriza e qual ela marginaliza, deixando claro para a turma que a escola não é “neutra” e as crianças que tem este capital cultural valorizado pela escola (e pela classe dominante), tem mais facilidade em assimilar os conteúdos e os hábitos exigidos dentro da instituição, enquanto os alunos que não tem este capital, por questões econômicas, religiosas dentre outras representações, são excluídos parcial ou integralmente da possibilidade do aprendizado em termos de igualdade. Portanto, partindo da ideia de que a meritocracia prevê que as pessoas, a priori, tem as mesmas condições de alcançar seus objetivos, sendo a premiação por mérito apropriada, colocamos em choque com a teoria bourdieusiana que refuta a ideia de igualdade dentro da escola, baseando-se na diferença categórica entre a cultura que a escola aceita e reproduz, e àquela cultura que boa parte das crianças trazem do seio familiar.
Descrição: Às 10:00 horas deste dia (Quinta-feira) chegamos ao colégio (PREMEM), neste horário estava para começar a última aula do dia, e a sala em que estávamos era do 1ºA. Preparamos o equipamento e logo após nos apresentamos e começamos a passar o conteúdo. A turma estava tranquila, e não tivemos problema algum quanto a aplicação do conteúdo.
Resultados alcançados: Os alunos, por si mesmos, questionavam e apontavam as contradições da ideia de meritocracia, baseados no argumento de Bourdieu passados durante a apresentação. Percebemos que parte da sala ficou relutante em aceitar o ponto de vista do teórico em questão, porém nós não interviemos, apenas alimentávamos as discussões que desabrochavam em sala. No fim os alunos perguntaram a nossa posição a respeito da questão, então acabamos nos posicionando, isto já no fim da aula. A apresentação durou 30 minutos e posteriormente o debate estendeu-se durante o resto da aula.


Fontes:


Vídeo Capital Cultural:  https://www.youtube.com/watch?v=a3eO6-D4nHo

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - Alessandra e Talvani

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP
Professor Supervisor: Wilson Eger                   Turma: 1ºC
Bolsistas: Alessandra e Talvani

Atividade realizada: Apresentação de resenha de notícias para a turma sobre as notícias “Vendas para o Dia das Crianças devem movimentar 3,5 bilhões no setor”; “Crianças participam de 80% das decisões de compra da família”; “Crianças são as maiores vitimas da publicidade, critica instituto”.

Data da realização da atividade: 13/10/2014

Descrição: 
Nesta resenha de noticia apresentada, pegamos uma noticia sobre os lucros movimentados pelo dia das crianças. Esse feriado é o segundo maior em números de venda no comercio. Apresentamos a origem do dia das crianças, que se inicia como um decreto, em 1920, que não se populariza até o ano de 1960, quando por uma iniciativa publicitaria da Johnson e Johnson e dos brinquedos estrelas é criada a semana do bebê robusto, como uma forma de incrementar as vendas. Informações sobre o quanto as indústrias lucram nesse período, sobre o quanto a criança chega a influenciar nas compras familiares (cerca de 80%), também foram disponibilizadas para os alunos. Diversos dados foram apresentados, como a movimentação que o dia das crianças cria. Só ele movimenta sozinho cerca de 38% das vendas anuais do setor de brinquedo. Após essa contextualização, foram abordados temas como a propaganda voltada para as crianças, que as induzem a querem as coisas anunciadas. O conteúdo exposto englobou o tema indústria cultural, onde foi discutido publicidade, consumo, propaganda, fetiche da mercadoria e o processo de consciência. Essa apresentação estava prevista para ser feita no 2º ano e durar apenas 15min. Durou 90 min e foi apresentada no 1º ano.


Resultados alcançados: 
Os alunos opinaram, questionaram e contribuíram com análises durante quase toda a exposição. Foi uma exposição bem longa, onde procuramos desnaturalizar comportamentos e expor como, por meio da propaganda e do fetiche pela mercadoria, nossos comportamentos e sonhos de consumo são moldados, interferindo até mesmo em relações pessoais.




http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-da-crianca.htm





Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - Alessandra e Talvani

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP
Professor Supervisor: Wilson Eger                   Turma: 2° A
Bolsistas: Alessandra e Talvani

Atividade realizada: Apresentação de resenha de notícias para a turma sobre a notícia “Na morte de Campos, o selfie, o sorriso e o sem noção”, veiculada em 18/08/2014.

Data da realização da atividade: 25/08/2014

Descrição: 
Nesta resenha de noticia apresentada, pegamos uma noticia sobre a morte do candidato à presidência, Eduardo Campos, veiculada no site Carta Capital. A matéria aborda o velório de Campos dando um maior enfoque ao comportamento das pessoas que compareceram em seu velório. Começamos perguntando para os alunos, o que era a morte para eles e o que eles deveriam demonstrar ao ficar próximos dela, a maioria respondeu que era algo triste, inesperado, que deveríamos demonstrar tristeza, mas que fazia com que a pessoa descansasse em um lugar melhor. A isso se seguiu a apresentação da notícia, onde foi destacado a crítica do autor aos comportamentos que ele julga inadequados em um velório, como tirar fotos, sorrir, falar sobre política, transformando o que seria um momento de luto e dor em um espetáculo ou comício político.
Após a exposição procurou-se desconstruir essa visão do que é certo ou errado fazer com a contraposição de como pessoas de diferentes culturas agem perante a morte ao redor do mundo. Pois o que para uma sociedade é normal, para outra pode ser completamente imoral.
Foi mostrado aos alunos como a cultura indígena Bororo lida com a morte e seus mortos. Para eles a morte não é o fim, é o começo de uma nova vida. Para eles sem a morte não há vida.


Resultados alcançados: 
Os alunos opinaram e contribuíram com análises durante quase toda a exposição da resenha. O melhor resultado alcançado se deu na maneira como, ao expor comportamentos de outras culturas perante a morte, isso desnaturalize o nosso próprio comportamento, fazendo os alunos compreenderem que todos os comportamentos que eles tem são de alguma forma, condicionados pela sociedade em que vivem.

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/na-morte-de-eduardo-campos-o-selfie-o-sorriso-e-o-sem-nocao-1231.html



10 novembro, 2014

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP- Francioli e Tcharles

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP
Professor Supervisor: Wilson Eger                   Turma: 3° A
Bolsistas: Francioli e Tcharles

Atividade realizada: Apresentação de resenha de notícias para a turma sobre a notícia “Protestos em SP: Folha corrige matéria e tira “intervenção militar” do título. “Cerca de mil” vira “2,5 mil”! Intervenção é o que os jornalistas militantes fazem nos fatos”, veiculada em 03/11/2014.

Data da realização da atividade: 05/11/2014

Descrição: 
Realizamos nesta data a quarta apresentação de resenha de notícias para a turma no 30 ano A. A fim de concluir nossas participações na turma esse ano e reafirmar o propósito do projeto Resenha de Notícias, apresentamos essa notícia que, justamente, trata de uma crítica feita por um jornalista a outro meio de comunicação. A nossa discussão foi centrada na concepção de crítica de Marilena Chauí exposta no ensaio Crítica e Ideologia. Buscamos apresentar de que modo o autor da notícia apresentada critica a Folha de São Paulo e O Estadão apresentando as “lacunas” do seu discurso e expondo o caráter ideológico das matérias veiculadas nesses jornais. Por fim, buscamos estender essa crítica ao próprio autor da matéria e à Veja, portal no qual a notícia foi veiculada, tendo em vista o caráter igualmente ideológico e lacunar do discurso veiculado por ele enquanto representação da verdade de um grupo social determinado, com interesses políticos claros.


Resultados alcançados: 
Os alunos opinaram e contribuíram com a análise sociológica dos acontecimentos, refletindo sobre as questões apresentadas. A discussão se desenvolveu bastante, consolidando a importância de uma perspectiva crítica e problematizadora na leitura dos discursos midiáticos. Contando com a participação de alguns alunos e do próprio professor supervisor, a discussão acabou abarcando, inclusive, a polêmica recente em torno dos questionamentos do PSDB à legitimidade do processo eleitoral no qual a presidente Dilma Rousseff foi reeleita.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/11/03/protestos-em-sp-folha-corrige-materia-e-tira-intervencao-militar-do-titulo-cerca-de-mil-vira-25-mil/




05 novembro, 2014

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP. Francioli e Tcharles

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP
Professor Supervisor: Wilson Eger                   Turma: 3° A
Bolsistas: Francioli e Tcharles

Atividade realizada: Atividade sobre “Karl Marx e a falha metabólica”

Data da realização da atividade: 22/10/2014

Descrição: 
Realizamos nesta data uma atividade diferenciada com a turma do 30 ano A, a pedido do professor Wilson. Com o objetivo de trabalhar o conceito de falha metabólica em Karl Marx, foi inicialmente reconstruído o conceito de movimentos sociais através de diálogo com os alunos. Depois elencamos exemplos de movimentos sociais conhecidos pelos alunos. A partir dessa discussão, chamou-se atenção dos mesmos para os movimentos sociais relacionados ao meio ambiente, associados às crescentes preocupações em torno do que se considera uma crise ecológica. Trabalhou-se então o conceito marxista de “metabolismo” ser humano-natureza e, particularmente, a “falha metabólica”, a partir da interpretação de John Bellamy Foster. A noção de metabolismo entre ser humano e natureza foi construída através do diálogo com a turma e questionamentos que permitissem a reflexão sobre a origem natural de todos os objetos que constituem nossa realidade social. Por outro lado, outros questionamentos buscaram estimular a reflexão sobre a modificação do ambiente natural através da atividade humana e nosso papel dentro do metabolismo natural. Buscou-se com isso demonstrar que nossa realidade social está inserida na realidade natural, de modo que nós vivemos graças a nossa interação metabólica (tanto no sentido individual quanto coletivo) com a natureza. A partir disso, incentivamos os alunos a refletirem sobre as mudanças nessa relação metabólica entre sociedade e meio ambiente advindas do desenvolvimento do capitalismo, utilizando exemplos expostos por Foster em seu artigo Marx´s theory of metabolic rift: classical foundations for environmental sociology (FOSTER, John Bellamy. University of Chicago, Chicago, 1999. http://www.unc.edu/courses/2008spring/geog/804/001/210315.pdf).

Resultados alcançados: 
A atividade foi bem sucedida, pois despertou o interesse e a atenção dos alunos, além de expor uma análise social integrada com os aspectos ecológicos de um problema atual, sendo que os alunos opinaram e contribuíram com a análise sociológica dos fatos, refletindo sobre as questões apresentadas. Além disso, participaram da discussão associando a discussão apresentada com outras pautas relacionadas à questão ambiental e à crítica ao capitalismo.




15 outubro, 2014

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP. Francioli e Tcharles

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP
Professor Supervisor: Wilson Eger                   Turma: 3° A
Bolsistas: Francioli e Tcharles

Atividade realizada: Apresentação de resenha de notícias para a turma sobre a notícia “Caso Levy: a diferença entre emitir opinião e proferir discurso de ódio ”, veiculada em 30/09/2014.

Data da realização da atividade: 08/10/2014

Descrição: 
Realizamos nesta data a segunda apresentação de resenha de notícias para a turma do 30 ano A, tendo em vista a mudança de horário das aulas no Colégio, pois é o dia em que os bolsistas podem estar presentes na escola. Nós nos reapresentamos, tendo em vista a presença de alunos que não estavam na nossa primeira intervenção. Apresentamos brevemente o projeto PIBID, informando-os o motivo de nossa presença, explicando-lhes de que forma a atividade será desenvolvida com a turma até o final do ano. Escolhemos trabalhar o assunto homofobia e tolerância à diversidade social diante do interesse apresentado pelos alunos no último encontro pela notícia da morte de um jovem homossexual em Goiás. Notícia que também foi relacionada durante a discussão. A nossa discussão central, no entanto, se ateve à polêmica em torno das declarações do candidato à presidência Levy Fidélix a respeito da pauta dos direitos civis das pessoas homossexuais. Nosso objetivo foi colocar em discussão a tolerância à diversidade sexual e a influência de princípios religiosos na esfera política.


Resultados alcançados: 
Os alunos opinaram e contribuíram com a análise sociológica dos acontecimentos, refletindo sobre as questões apresentadas. Além disso, participaram da discussão associando a discussão apresentada com outras pautas relacionadas ao reconhecimento e tolerância da diversidade.

Fonte: http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2014/09/30/caso-levy-a-diferenca-entre-emitir-opiniao-e-proferir-discurso-de-odio/





06 outubro, 2014

Colégio Estadual Presidente Castelo Branco - Daniele e Elisângela

Colégio Estadual Presidente Castelo Branco - PREMEN

Professor Supervisor: Ademir Vitto        Turma: 2º A formação de docentes
Bolsistas: Daniele Borges; Elisângela Kotz
Atividade realizada: Resenha sobre a notícia “Torcedora que xingou goleiro de “macaco” relata ameaças e diz que está arrependida”.
Data da realização da atividade: 01/10/2014

Descrição: É a primeira vez que estivemos com esta turma, do 2º ano do magistério, devido a troca de horários das aulas de sociologia do colégio. O professor Ademir nos apresentou brevemente. Entregamos para cada aluno uma cópia da notícia que em seguida uma estudante voluntária leu em voz alta para a turma. Após a leitura, vários estudantes levantaram a mão para comentar, opinar sobre a notícia, que retrata um caso de racismo no futebol. Embora o debate tenha se direcionado para outra questão: as consequências que a torcedora teve pelo seu ato racista. A partir disso, foi possível discutir com os alunos sobre o comportamento não só das torcidas, mas da população em geral para com a menina que xingou o goleiro do time adversário de “macaco”. Com este pressuposto, trabalhamos sobre o Estado Natural de dois importantes autores da Ciência Política: Thomas Hobbes e Jhon Locke. Comparando a onda de “justiceiros” com a revolta da população pelo racismo da torcedora, não com o propósito de justificar, mas sim compreender o ato de fazer justiça com as próprias mãos, ao invés de esperar pelo posicionamento e pela justiça do Estado.

Resultados alcançados: Assim apresentamos a notícia os estudantes demonstraram interesse em debater e opinar sobre o assunto, a maioria já tinha uma opinião formada, outros iam mudando um pouco de opinião conforme a discussão ia abrangendo a fala dos outros colegas e outros temas e teorias. Embora fosse o nosso primeiro contato com a turma, nos sentimos muito íntimas e confiantes. A apresentação que estava programada para durar 20 minutos, acabou se estendendo devido às discussões, então o professor Ademir nos cedeu a aula toda.




01 outubro, 2014

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP. Francioli e Tcharles

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP
Professor Supervisor: Wilson Eger                   Turma: 3° A
Bolsistas: Francioli e Tcharles

Atividade realizada: Apresentação de resenha de notícias para a turma sobre a notícia “Reintegração de posse em SP tem confronto entre PMs e sem-teto”, veiculada em 16/09/2014.

Data da realização da atividade: 17/09/2014

Descrição: 
Realizamos nesta data apresentação de resenha de notícias para a turma no 30 ano A, tendo em vista a mudança de horário das aulas no Colégio, pois é o dia em que os bolsistas podem estar presentes na escola. Este foi nosso primeiro contato com a turma do 30 ano, sendo que os mesmos ainda não tinham participado do  projeto de resenha de notícias. Logo o professor pediu silêncio e nos apresentou, sendo que em seguida fizemos a apresentação do projeto PIBID, informando-os o motivo de nossa presença, explicando-lhes de que forma a atividade será desenvolvida com a turma até o final do ano, onde neste dia nós levamos a notícia a ser discutida, mas que, havendo interesse dos alunos por outra notícia é facultado aos mesmos trazer a notícia para a sala de aula para discussão. Passamos então à apresentação da resenha de notícia aos alunos, retirada do site G1, portal de notícias das Organizações Globo que discorria sobre a reintegração de posse de um imóvel no centro da cidade de São Paulo, resultando em confronto entres a polícia e os integrantes do Movimento Sem Teto. Nosso objetivo foi colocar em discussão a desocupação do imóvel mediante o uso da força policial, e se realmente se fazia necessário o uso desta força contra as famílias que estavam sendo desalojadas. Outro fator relevante na discussão foi a questão da criminalização do movimento social e com qual objetivo a mídia propaga notícias com este objetivo, desacreditando tanto os objetivos do movimento quanto a integridade dos manifestantes, uma vez que tanto o direito à moradia quanto o direito de propriedade são  garantidos pela Constituição Federal, e de que através de uma luta legítima para a busca e garantia destes direitos de moradia, num confronto entre estes direitos (moradia X propriedade) qual deve prevalecer.


Resultados alcançados: 
Apesar de ser o primeiro encontro com a turma os alunos opinaram e contribuíram com a análise sociológica dos acontecimentos, refletindo sobre a maneira como o Estado dá garantia ao direito de propriedade, inclusive com o uso de força legítima e, ao mesmo tempo, diminui a importância e relativiza o direito de moradia.






23 setembro, 2014

Colégio Estadual Presidente Castelo Branco - PREMEN- Bruno e Kamila

Colégio Estadual Presidente Castelo Branco - PREMEN
Professor Supervisor: Ademir Vitto
Turma: 3º E
Bolsistas: Bruno Guilherme Hatschebach e Kamila Anzen
Atividade realizada: Resenha sobre a notícia “Mulher que posa para fotos íntimas não cuida da moral”.
Data da realização da atividade: 20/08/2014
Descrição:
Para discutir os conceitos de Poder e Dominação – propostos no plano docente –, buscamos questionar no cotidiano a divisão sexual do trabalho e a misoginia concomitante ao processo de manutenção da sociedade capitalista. Para tanto, do site Pragmatismo Político extraímos a notícia: “Mulher que posa para fotos íntimas não cuida da moral”, onde buscamos analisar a necessidade de isonomia do Estado diante das questões de gênero, como é exemplo o julgamento referido na notícia, onde houve por partes dos desembargadores de segunda instância, apropriação da misoginia enquanto argumento moral para justificar a ação do réu, culpabilizando e criminalizando a ação da vítima, suposto que compreendemos, não cabe ao Estado.
Resultados alcançados:
Houve diferentes posicionamentos nas intervenções, onde iniciamos com a análise da semiologia do termo preconceito. Nossa atividade realizada com o 3º E durou 35 minutos, onde chamamos a atenção dos alunos principalmente para a reprodução da misoginia no cotidiano, entendendo como o capitalismo se utiliza de tais instrumentos para sua manutenção e a relação de dependência e opressão que produz não somente para a mulher, mas para outros grupos como travestis, transsexuais, transgêneros etc.

Fonte: www.pragmatismopolitico.com.br/2014/07/mulher-que-posa-para-fotos-intimas-nao-cuida-da-moral.html



16 setembro, 2014

Colégio Estadual Jardim Porto Alegre- Julio e Laura

Colégio Estadual Jardim Porto Alegre

Professor Supervisor: Marissa Eger                            Turma: 1ªA
Bolsistas: Julio Cesar da Rosa e Laura Freire
Atividade realizada: Resenha sobre a notícia “Escola expulsa aluna por causa de cabelo vermelho 'que chama atenção'”

Data da realização da atividade: 18/08/2014
Descrição: Com a reportagem utilizada nessa resenha de notícia, pretendeu-se relacionar a matéria com a instituição escolar (matéria esta que estava sendo desenvolvida pela professora), com o intuito de compreender como esta instituição naturaliza as normatizações na vida dos indivíduos.

Resultados alcançados: Os alunos foram receptivos quanto a notícia, questionando até mesmo o uso por eles próprios de crachás, dos uniformes, dos horários determinados pela escola, fazendo com que se tornasse dinâmica a explicação de como e para que serve a instituição escolar.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/08/escola-expulsa-aluna-por-causa-de-cabelo-vermelho-que-chama-atencao.html


Colégio Estadual Jardim Porto Alegre - Julio e Laura

Colégio Estadual Jardim Porto Alegre

Professor Supervisor: Marissa Eger                            Turma: 1ªA
Bolsistas: Julio Cesar da Rosa e Laura Freire
Atividade realizada: Resenha sobre a notícia “Menos de 24 horas depois de lançar programa, Marina muda posição sobre casamento homossexual e outros temas”

Data da realização da atividade: 04/09/2014

Descrição: Com a reportagem utilizada nessa resenha de notícia, pretendeu-se relacionar a matéria com a instituição familiar (conteúdo este que estava sendo desenvolvida pela professora). Teve-se o intuito de compreender qual o padrão de família defendido na maioria dos discursos políticos nesta época de eleição (família heterossexual, padrão hetero-normativo), e qual o padrão combatido pelos estes mesmos discursos, tentando assim, de certo modo, desnaturalizar as ideias pré-concebidas sobre a instituição familiar e debater como as instituições sociais normatizam a vida dos indivíduos.

Resultados alcançados: Os alunos foram receptivos quanto à notícia, tendo interesse dos mesmos em debatê-la, questionando assuntos polêmicos como o casamento gay. Notamos que a turma compreendeu o papel das instituições sociais, conseguindo fazer uma conexão entre esta e a notícia anteriormente trabalhada que tinha como tema a instituição escolar.


Fonte: http://www.folhapolitica.org/2014/08/menos-de-24-horas-depois-de-lancar.html

21 agosto, 2014

Colégio Estadual Presidente Castelo Branco - PREMEN- Bruno e Kamila

Colégio Estadual Presidente Castelo Branco - PREMEN
Professor Supervisor: Ademir Vitto
Turma: 3º E
Bolsistas: Bruno Guilherme Hatschebach e Kamila Anzen
Atividade realizada: Resenha sobre a notícia “Mulher que posa para fotos íntimas não cuida da moral”.
Data da realização da atividade: 20/08/2014
Descrição:
Para discutir os conceitos de Poder e Dominação – propostos no plano docente –, buscamos questionar no cotidiano a divisão sexual do trabalho e a misoginia concomitante ao processo de manutenção da sociedade capitalista. Para tanto, do site Pragmatismo Político extraímos a notícia: “Mulher que posa para fotos íntimas não cuida da moral”, onde buscamos analisar a necessidade de isonomia do Estado diante das questões de gênero, como é exemplo o julgamento referido na notícia, onde houve por partes dos desembargadores de segunda instância, apropriação da misoginia enquanto argumento moral para justificar a ação do réu, culpabilizando e criminalizando a ação da vítima, suposto que compreendemos, não cabe ao Estado.
Resultados alcançados:
Houve diferentes posicionamentos nas intervenções, onde iniciamos com a análise da semiologia do termo preconceito. Nossa atividade realizada com o 3º E durou 35 minutos, onde chamamos a atenção dos alunos principalmente para a reprodução da misoginia no cotidiano, entendendo como o capitalismo se utiliza de tais instrumentos para sua manutenção e a relação de dependência e opressão que produz não somente para a mulher, mas para outros grupos como travestis, transsexuais, transgêneros etc.


Fonte: www.pragmatismopolitico.com.br/2014/07/mulher-que-posa-para-fotos-intimas-nao-cuida-da-moral.html

19 agosto, 2014

Colégio Estadual Presidente Castelo Branco - PREMEN. Daniele e Elisangela

Colégio Estadual Presidente Castelo Branco - PREMEN

Professor Supervisor: Ademir Vitto                        Turma: 3º “F”

Bolsistas: Daniele Borges; Elisângela Kotz.

Atividade realizada: Resenha sobre a notícia do menino que foi atacado por um tigre no zoológico em Cascavel.

Data da realização da atividade: 08 de agosto de 2014.

Descrição: Levamos para os alunos o texto “O tigre, o menino e o trânsito”, escrito por Geraldo Tite Simões, publicado no blog Motite. Todos os alunos já tinham conhecimento dessa notícia, e alguns até já havia lido o texto, uma vez que foi bastante compartilhado nas redes sociais. Como o texto não é extenso, fizemos a leitura com os alunos e, conforme íamos achando necessário, fazíamos pausas para questioná-los sobre suas concepções de: educação, obediência e respeito. Contudo, no texto o autor trata a atitude do menino, de colocar o braço dentro da jaula de um animal feroz, como um caso isolado, sendo que este não é o padrão de comportamento dos visitantes do zoológico. A partir disso, o autor aponta a diferença entre educação e obediência, sendo que educação “é o conjunto de regras transmitidos de pais para filhos como uma carga genética [...] portanto, quem educa é o convívio familiar” e não a Escola; o autor esclarece que “o que a escola transmite é conhecimento”. Portanto, “educação não é um comportamento expresso diante de uma fiscalização, o nome disso é obediência. Educação é o comportamento do indivíduo quando não tem NINGUÉM olhando!”. A partir dessas colocações, o autor ainda relaciona o comportamento do menino com o comportamento de maioria das pessoas no trânsito: a pessoa não é educada, é instruída para dirigir, portanto, só é obediente ás leis de trânsito quando há fiscalização, pois teme às punições, como multas. Através deste viés fizemos analogia da notícia com a teoria de Controle Social de Michel Fouacault (1926 – 1984), segundo o filósofo, a vigilância constante das pessoas é necessária para determinar o comportamento humano. Sendo assim, se houvesse vigia no zoológico, naquele momento, o comportamento do menino seria diferente? Mas, o pai do menino não é uma autoridade suficiente, enquanto responsável pela vida de seu filho? Se o menino desobedeceu o próprio pai, obedeceria os professores, vigias, e a sociedade em geral? A discussão com os alunos pairou sobre as causas e consequências da desobediência das leis da sociedade, de modo geral: na escola, no trânsito, em casa, etc.


Resultados alcançados: Os alunos demonstraram bastante interesse pela discussão, como todos já conheciam a notícia, muitos já tinham uma opinião formada, mas o que me deixou mais satisfeita é que a maioria dos alunos foi construindo e/ou mudando sua opinião a partir do debate, e as opiniões eram bastante diferentes umas das outras. Outro fato que me causou contentamento – e surpresa – é que alguns alunos já tinham ouvido falar de Foucault, mesmo sendo um pensador pouco estudado no ensino médio.


Fonte: Texto “o menino, o tigre e o trânsito” Disponível em: http://motite.blogs.sapo.pt/o-tigre-o-menino-e-o-transito-110393 -Visualizado ago/2014

08 agosto, 2014

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP. Francioli e Tcharles

Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva - EFMP

Professor Supervisor: Wilson Eger                   Turma: 2° A
Bolsistas: Francioli e Tcharles

Atividade realizada: Apresentação de resenha de notícias para a turma sobre a notícia “Pesadelo em Gaza se intensifica com disputa de interesses”, veiculada em 05/08/2014.

Data da realização da atividade: 06/08/2014

Descrição: 
Realizamos nesta data apresentação de resenha de notícias para a turma no 20 ano A, e mais uma vez iniciamos o processo de apresentação da notícia perguntando aos estudantes se no decorrer do intervalo do recesso escolar houve alguma notícia que lhes houvesse chamado a atenção e que os mesmos gostariam de colocar para a turma para discussão. Novamente para nossa grata surpresa os alunos disseram que na semana que passou a notícia que mais lhes chamou a atenção foi o fato de que um menino de 11 anos foi atacado por um tigre em um zoológico na cidade de Cascavel, resultando na amputação do braço do menor. O professor Wilson então nos permitiu abordar e discutir com a turma esta notícia, porém ressaltando que na sequência poderíamos apresentar a notícia que havíamos selecionado, pois demandaria parte considerável da aula a discussão das duas notícias. Desta forma, a apresentação que era prevista para o tempo médio de quinze minutos ultrapassou mais de trinta minutos, com a discussão sendo feita pelos alunos e com a participação do professor, sendo que ao final o professor considerou a atividade muito produtiva.

Resultados alcançados: 
Os alunos opinaram e contribuíram com a análise sociológica dos acontecimentos, refletindo na apresentação da primeira reportagem sobre o dever de guarda do pai, a responsabilidade do zoológico e da Prefeitura de Cascavel no caso, bem como a questão dos limites que devem ou não ser impostos pelos pais aos filhos menores para sua segurança e educação. Para a segunda notícia, propusemos a reflexão sobre o papel da mídia na divulgação dos fatos, em especial no que se refere à alegação de terrorismo por parte do povo palestino, bem como a implicação econômica sobre os fatos, desmistificando o caráter religioso do conflito.